Casa da Júlia

Minha casa, meu cantinho.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Dando um pouco de importÂncia...às coisas simples da vida.

*Aqui a Praça do Prato*

Na correria do dia-a-dia é difícil você conseguir parar e sentar num banco de praça debaixo das árvores, vendo as pessoas passarem e os pombos no meio de todos sossegados. Me dei o luxo de não fazer nada por alguns minutinhos na “Praça do Prato” (nomeada por mim mesma, porque nem imagino o nome daquela praça, só sei que tem um enfeite no meio dela que lembra um prato, me disseram que o respectivo prato se chama Concha Acústica, mas qual a serventia dessa concha?o.O) sentada em um banco debaixo de uma sombra gostosa de árvore, esses momentinhos curtos que a gente dá pra nós mesmos são tão bons, aquele corre-corre, porções de coisas pra se resolver e você faz uma malinha e joga na sua gaveta e depois de “se dar um tempo” nem que seja por 15 minutos, você volta e abre novamente a sua mala de obrigações.

Observando aquela praça, percebi uma coisa que acontece em toda praça, lá haviam velhos concerteza aposentados onde faziam suas rodinhas pra contar histórias sem fim, senhoras com seus cachorrinhos miúdos caminhando visando a saúde própria e a de seu amado bichinho, casais de namorados matando a saudade, mães passeando com uma amiga ou mais com seus filhos correndo pela praça, correndo e muito atrás dos pombos. Quem nunca viu isso numa praça?

Pombos, aquelas aves símplices que toda criança corre atrás sonhando que um dia um pombo a deixe pegá-lo no colo. Pombos vivem quase sempre unidos em gangues pombinianas, principalmente em praças onde tem gente e comida pra eles, e já que eles têm asas não têm medo das pessoas. Primeiro ta lá uma criança olha aquela ave adorável andando devagar do seu lado, a criança pensa: “poxa ele ta dando sopa, distraído, vou pegar ele!”

O pombo muito esperto, deve ter olhos nas costas, e já percebeu a movimentação suspeita se aproximando de si, só que calmamente continua andando fingindo que não viu a criança atrás de si, ele ilude a criança deixando ela pensar que vai conseguir pegá-lo só com as mãos. Eles são mais rápidos que qualquer criança e ficam só tramando quem será a próxima vítima deles que irão fazer de bobos. Às vezes tem duas ou três crianças brincando na praça e elas observam aquele monte de pombos e resolvem correr, chegar pertinho e no último momento os pombos voam e aposto que dão risadas das caras das crianças passadas para trás.

Pombos são rápidos, falsos, espertos, astutos e só iludem os outros. Examinando as pessoas de sua vida, pode ser que na sua vida exista uma “pessoa pombo” pode ser que você conheça uma pessoa que fingi ser seu amigo, que te ilude em tudo, que sempre dá uma de esperta e que é muito rápida em te enganar. Mas, quando se identifica uma pessoa desse tipo, apenas precisamos pensar uma coisa, pessoa pombo, ao invés de perder tempo verbalizando que ela é isso, que ela é aquilo e coisa e tal. O melhor é guardar isso só pra você mesmo, porque imagina chegar na pessoa e dizer: “Você é...é...é... um pombo!”

A pessoa vai achar que você tem problema da cabeça ou que você está pirando e vai te chamar de doida, pensando bem, não vai ser tão ruim ser chamada de doida porque você sabe o significado do que ela te chamou. E ela??entenderá porque a chamou assim?

Esse é um texto em homenagem à minha amiga Ellen...em que num dia qualquer...numa simples conversa de msn...ela me fez refletir sobre os pombos... conversas inúteis de msn que eu não dispenso...rsrs

2 Comentários:

Max Psycho disse...

Eu não gosto de pombos, são ratos com asas, e quanto ao nome do post dar valor as coisas simples é bom, todo mundo quer um simples iate, uma simples mansão, um simples rolex hehehheh, brincadeirinha baby, bjus enormes de grande e gigantescos para voce te adoro minina

Max Psycho disse...

Hoje eu acordei com saudades de você,
Beijei aquela foto que você me ofertou,
Sentei naquele banco da pracinha só porque
Foi lá que começou o nosso amor.

Senti que os passarinhos todos me reconheceram
Pois eles entenderam toda a minha solidão
Ficaram tão tristonhos e até emudeceram
Aí, então, eu fiz esta canção

A mesma praça, o mesmo banco, / As mesmas flores, o mesmo jardim.
Tudo é igual mas estou triste, / Porque não tenho você perto de mim.
Beijei aquela árvore tão linda, onde eu
Com meu canivete, um coração eu desenhei
Escrevi no coração o meu nome junto ao seu
E meu grande amor então jurei.

O guarda ainda é o mesmo que um dia me pegou
Roubando uma rosa amarela pra você
Ainda tem balanço, tem gangorra, meu amor
Crianças que não param de correr. (estrib.)

Aquele bom velhinho pipoqueiro foi quem viu
Quando, envergonhado, de amor eu lhe falei

Ainda é o mesmo sorveteiro que assistiu
Ao primeiro beijo que lhe dei.

E a gente vai crescendo, vai crescendo e o tempo passa
E nunca esquece a felicidade que encontrou.
Sempre eu vou lembrar do nosso banco lá na praça
Foi lá que começou no nosso amor !

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Julia Lemos e Silva. Tecnologia do Blogger.

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Júlia Lemos e Silva
Formada em Técnico de Edificações, cursando Engenharia Ambiental, sou de Cristo, gosto de decoração, reutilização, reciclagem, artesanatos e sustentabilidade ambiental posto neste blog de tudo um pouco. Coisas minhas, coisas achadas na rede, considero aqui minha casa, o meu canto.
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